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Bem-estar

Raiz de ouro – Adaptógeno anti-idade para energia, função cerebral e mais

7 Fevereiro 2019

Por Patricia L Gerbarg, MD e Richard P Brown, MD

Neste Artigo:

A raiz de ouro (Rhodiola rosea), é a mais poderosa e versátil de uma classe de elite de ervas medicinais, chamada de adaptógenos, por seus efeitos em nossa capacidade de aturar uma série de fatores de estresse – físico, psicológico, tóxico, químico, infeccioso, neoplástico (cancerígeno), de envelhecimento e outros.

A raiz de ouro cresce em grandes altitudes, entre 2400 m e 3000 m, nas montanhas da Sibéria, da República da Geórgia e da Escandinávia. Durante séculos, as pessoas que vivem em grandes altitudes colheram essas raízes, e as utilizaram para sobreviver aos seus ambientes severos. A localização dessas plantas era mantida em segredo. As raízes eram trocadas por alimentos e outros bens. Imperadores chineses enviavam expedições para trazer as preciosas raízes, que eram conhecidas como raiz de ouro ou raiz do rei. Extratos eram utilizados para tratar infecções e melhorar a energia, a função cerebral, a força física, a fertilidade e a função sexual.

Hoje, devido ao aumento na demanda de ervas adaptógenas, a raiz de ouro selvagem é uma espécie protegida, sendo amplamente cultivada na Escandinávia e no leste da Europa. Apesar de não serem tão potentes quanto a raiz de ouro, quando cultivadas e extraídas apropriadamente, essas plantas podem ser usadas para produzir suplementos efetivos. Os produtos de melhor qualidade podem ser identificados pelos textos dos especialistas em fitomedicina, ou ao buscar marcas que se mostraram efetivas em estudos publicados.

Compostos marcadores têm sido utilizados para garantir que os produtos contenham raiz de ouro verdadeira, sem adulterantes. A rosavina, a salidrosida e o tirosol foram utilizados como compostos marcadores ativos em extratos padronizados. Infelizmente, o sistema de padronização não é à prova de falhas. Hoje, é possível que empresas sintetizem compostos marcadores e os adicionem a lotes de extratos herbáceos, para passar pelos requerimentos de padronização.

Muitos compostos bioativos

As pessoas costumam perguntar como uma única erva pode ter tantos benefícios terapêuticos diferentes. A resposta é bem simples. As raízes da Rhodiola Rosea contêm dúzias de compostos bioativos, que possuem ações individuais e sinérgicas (que trabalham juntas), por exemplo, ação antioxidante, antifadiga e antiestresse. Estudos genômicos indicam que uma única dose de extrato de raiz de ouro pode afetar a atividade de mais de 800 genes diferentes. Aqui está uma lista de formas de garantir os potenciais benefícios deste adaptógeno.

Aumento e manutenção da energia – redução da fadiga

O aumento da energia é um dos primeiros efeitos que as pessoas notam quando começam a tomar a raiz de ouro. Ao contrário de medicamentos estimulantes sintéticos, a raiz de ouro produz um aumento gradual na energia, que é mantido por cerca de 8 horas e, depois, diminui gradualmente. Consequentemente, ela não causa vício ou sintomas de abstinência.

No geral, a raiz de ouro aumenta a capacidade das células de produzirem moléculas de alta energia. O resultado é que muitos tipos de células – células musculares, neurônios e outras – ficam com suprimentos de energia suficientes para funcionarem bem por períodos de tempo mais longos. Além disso, elas possuem mais energia para manter seus mecanismos de reparo celular. E mais: a raiz de ouro protege as células contra dano oxidativo, toxinas, excesso de frio ou calor, infecções, baixos níveis de oxigênio e outras formas de estresse.

A raiz de ouro pode ajudar a reduzir a fadiga de muitas causas diferentes, incluindo estresse, excesso de trabalho, doenças médicas, privação de sono e envelhecimento.

Fique mais inteligente – naturalmente

Muitos estudos demonstraram que a raiz de ouro pode melhorar a função cognitiva, a memória e o desempenho mental, principalmente em condições de estresse. Por exemplo, em estudos controlados randomizados (ECRs), pessoas que tomaram a Rhodiola Rosea cometeram menos erros do que aquelas que receberam um placebo. Além disso, quanto maior o tempo do teste, mais a diferença entre os dois grupos se destacava, o que significa que a erva permitiu que as pessoas mantivessem um nível mais alto de desempenho sem ficarem mentalmente exaustas por até 8 horas.

Envelhecimento em mulheres – mudanças da menopausa

Na prática clínica, descobrimos que a raiz de ouro é especialmente benéfica para mulheres sofrendo de “névoa cerebral” durante e depois da menopausa. Essa fase da vida traz múltiplos fatores de estresse, pois as mulheres lidam com demandas de trabalho, responsabilidades familiares, envelhecimento dos pais e os vários problemas de saúde que afetam a elas e a seus entes queridos. Esses fatores tendem a aumentar em um momento da vida em que os níveis de energia da mulher tendem a diminuir naturalmente. Quando as demandas da vida excedem nossas reservas de energia, nos tornamos cansados, irritáveis e levemente depressivos. Para piorar, à medida que envelhecemos, fica mais difícil fazer várias coisas ao mesmo tempo e acompanhar alguns detalhes. Nós esperamos conseguir cuidar de tudo, sem cometer erros. Consequentemente, quando descobrimos que não conseguimos mais fazer tudo da forma que conseguíamos, podemos ficar desapontados, inseguros e com baixa autoestima. Isso também tem um efeito em nossos relacionamentos.

A menopausa também pode ser uma época em que damos mais atenção à nossa situação e à nossa saúde. Isso pode fornecer a motivação para fazermos mudanças no estilo de vida, que nos ajudarão a viver vidas mais longas, mais saudáveis e mais felizes. É claro, a Rhodiola não faz tudo, mas consegue ajudar de forma substancial, melhorando a energia, o foco mental e o humor. Um estudo interessante, com mulheres deprimidas, descobriu que a Rhodiola não melhora só o humor, mas também a autoestima.

Envelhecimento em homens – mudanças da menopausa masculina (andropausa)

A menopausa masculina pode começar desde os 35 anos, com um início médio por volta dos 44. Ela pode se manifestar em mudanças hormonais, físicas, psicológicas, interpessoais, sexuais, sociais e espirituais. O declínio nos níveis de testosterona, libido, fertilidade, energia, humor, autoestima, força física e funcionamento cognitivo contribui para esses efeitos. Essas mudanças também podem ocorrer quando os homens estão avançando em suas carreiras, assumindo mais responsabilidades e tendo maiores demandas de tempo e energia. Essa também pode ser a época em que os homens têm seus primeiros encontros com diagnósticos como colesterol alto, hipertensão, dor no peito ou alargamento da próstata. Isso é muita coisa para lidar. A raiz de ouro pode melhorar a resiliência, a confiança, a produtividade no trabalho e o desempenho atlético. Estudos da fórmula ADAPT, que contém raiz de ouro, chizandra chinensis e Eleutherococcus senticosus, demonstraram melhoras significativas na resistência e no desempenho físico.

Melhora do humor

A raiz de ouro pode ser usada para tratar a depressão leve a moderada, principalmente o tipo de depressão em que a pessoa tende a ficar cansada e lenta. Além disso, ela pode ser usada como um adjunto para melhorar a resposta a medicamentos antidepressivos. Apenas cerca de 30% das pessoas que recebem prescrições de antidepressivos alcançam uma remissão total. A maioria, que tem apenas uma melhora parcial, pode continuar a sofrer de sintomas residuais. Em muitos casos, a adição de raiz de ouro pode ser benéfica.

Transtorno do déficit de atenção

Como a raiz de ouro aumenta o foco mental, ela pode ser útil para algumas pessoas com transtorno do déficit de atenção com ou sem hiperatividade (TDAH). Para indivíduos que têm TDAH leve, ou que não conseguem tolerar estimulantes prescritos, a raiz de ouro é uma opção. Além disso, para pessoas que usam estimulantes prescritos, mas que não podem tomar doses altas o suficiente para controlar seus sintomas, a adição de raiz de ouro pode ser uma boa ideia.

Mal da montanha

A raiz de ouro foi utilizada por séculos por pessoas que vivem em grandes altitudes, para manter sua força e resistência. Estudos demonstram que ela melhora a capacidade de animais tolerarem condições de baixo nível de oxigênio. Em nosso trabalho clínico, descobrimos que pessoas que viajam para locais de grande altitude podem evitar os sintomas do mal da montanha tomando a raiz de ouro antes e durante a viagem.

Jet lag

Viajando entre fusos horários, muitas pessoas sentem o jet lag. Tomar a raiz de ouro na manhã da chegada e durante os próximos dias de viagem pode reduzir o tempo necessário para se ajustar a fusos horários diferentes.

Fertilidade

Na medicina tradicional, a raiz de ouro foi utilizada para melhorar a fertilidade em homens e mulheres. Apesar de isso não ter sido formalmente estudado em humanos, estudos em animais sugerem possíveis benefícios. Por exemplo, um estudo em animais demonstrou que a adição de raiz de ouro ao sêmen que era congelado para a inseminação artificial melhorou a mobilidade e a vitalidade do esperma.

Um pequeno estudo, realizado por um ginecologista russo, descobriu que, dentre o grupo de mulheres com amenorreia (nenhum ciclo menstrual), tomar a raiz de ouro restaurou a menstruação normal em cerca de 50% dos casos e, dentre essas mulheres, cerca de 50% foi capaz de engravidar.

Mundialmente, estamos vendo um declínio na fertilidade, que pode ser causada por poluentes químicos no ambiente e nos alimentos. Além disso, em muitos países, as pessoas estão atrasando sua gravidez até depois dos 35 anos. A fertilidade se reduz com a idade, tanto em homens quanto em mulheres.

Na prática clínica, nós, algumas vezes, combinamos a raiz de ouro com outras ervas de apoio à fertilidade, como, por exemplo, a maca peruana (Lepidium meyenii). Para indivíduos e casais que atrasam sua gravidez para além dos 35 anos, tomar uma dose diária de raiz de ouro pode prolongar ou aumentar a fertilidade.  Ainda são necessárias mais pesquisas sobre o uso da raiz de ouro em combinação com outras ervas adaptógenas para melhorar a fertilidade.

Combate a efeitos colaterais de medicamentos prescritos

Muitos medicamentos de uso comum possuem efeitos colaterais indesejados, por exemplo, fadiga e interferência em funções cognitivas. A raiz de ouro pode reduzir esses efeitos colaterais e, portanto, ajudar os pacientes a tolerarem melhor seus tratamentos.

Como otimizar os benefícios e minimizar os efeitos colaterais da raiz de ouro

Obtendo o máximo da Rhodiola Rosea

Como a raiz de ouro é melhor absorvida de estômago vazio, ela deve ser tomada pelo menos 20 a 30 minutos antes do café da manhã e/ou do jantar. Como a raiz tem efeitos ativadores, ela pode atrapalhar o sono se tomada no fim da tarde ou à noite.

Prescrições online de Rhodiola Rosea, algumas vezes, afirmam que ela perde o efeito depois de 6 ou 8 semanas. Porém, em nossa experiência, descobrimos que, para a maioria das pessoas, ela pode ser efetiva quando tomada continuamente a longo prazo, por muitos anos ou conforme o necessário, antes e depois de períodos de estresse.

Precauções e efeitos colaterais da raiz de ouro

No geral, a raiz de ouro é considerada segura e com relativamente poucos efeitos colaterais. Porém, algumas pessoas pode ser sensíveis aos efeitos estimulantes. Elas podem reagir com ansiedade, irritabilidade ou insônia. Algumas pessoas têm sonhos vívidos durante as primeiras duas semanas, mas isso não é algo desagradável.

As pessoas sensíveis a estimulantes, ou pessoas frágeis ou idosas, devem começar com doses mais fracas, e aumentar a dose de forma mais gradual. A raiz de ouro pode ter efeitos aditivos quando tomada com cafeína ou com medicamentos estimulantes. Nós aconselhamos nossos pacientes a reduzirem ou interromperem o uso de cafeína enquanto estiverem tomando raiz de ouro.

Pessoas com transtorno de bipolaridade só devem tomar raiz de ouro sob a supervisão do médico, pois o efeito estimulante pode exacerbar a agitação e a irritabilidade.

Em doses mais altas (acima de 450 mg por dia), a raiz pode ter um leve efeito nas plaquetas, os elementos sanguíneos responsáveis pela coagulação. Se isso ocorrer, deve-se notar um aumento nos machucados. Não houve casos de excesso de sangramentos relatados com a raiz de ouro. Porém, se uma pessoa está tomando remédios que também reduzem a coagulação, como aspirina ou ibuprofeno, pode haver ainda mais machucados na pele ou tendência de sangramentos. Indivíduos que tomam anticoagulantes, como o Coumadin, devem informar isso a seus médicos, que podem querer checar seu tempo de coagulação para garantir que ela não está sendo afetada. Recomenda-se que o uso de Rhodiola Rosea seja interrompido 10 dias antes de qualquer cirurgia de grande porte.

Apesar da raiz de ouro ser geralmente boa para o coração, em pessoas que têm batimentos cardíacos irregulares ou taquicardia (batimentos cardíacos rápidos), os efeitos estimulantes da erva podem exacerbar esses problemas.

Estudos em animais mostram que a raiz de ouro não é teratogênica, o que significa que ela não causa problemas congênitos. A segurança durante a gravidez ou a amamentação não foi estudada em humanos.

Interações entre a erva e medicamentos

Existe a ideia mal concebida de que a Rhodiola Rosea pode interagir com muitos medicamentos por afetar as enzimas CYP (envolvidas no metabolismo de muitos medicamentos. Essa ideia vem de um estudo no qual extratos da raiz de ouro foram testados in vitro (adicionados a outras substâncias em um tubo de ensaio). Os efeitos dos extratos herbáceos in vitro podem ser muito diferentes dos seus efeitos quando consumidos por pessoas e outros animais (in vivo). Quando os suplementos são ingeridos, eles são quebrados pelas enzimas digestivas, e sujeitos aos processos metabólicos que os convertem em diferentes compostos, chamados de metabólitos secundários, que podem não ter uma interação significativa com qualquer medicamento ou podem ter o efeito oposto do que foi encontrado nos testes in vitro.

A única forma de provar uma interação entre a erva e outros medicamentos é testar a erva e o medicamento juntos em pessoas. Até hoje, não foi comprovado que a Rhodiola Rosea causa interações clínicas significativas com boa parte dos medicamentos. Porém, ela possui um moderado efeito inibitório da CYP2C9 em humanos. Isso pode ser clinicamente relevante durante o tratamento com substratos de CYP2C9 (medicamentos que também são metabolizados pela mesma enzima) com uma janela terapêutica pequena, como tratamentos com fenitoína ou varfarina. Novamente, qualquer mudança nos efeitos da fenitoína ou da varfarina deve ser monitorada por um médico, e as dosagens devem ser ajustadas.

Que dose de raiz de ouro é mais efetiva?

A dose adequada de raiz de ouro depende das necessidades e sensibilidades do indivíduo. Ela também depende da potência da marca a ser tomada.

Algumas pessoas respondem bem a doses de até 50 mg/dia, enquanto outras podem precisar de até 400 mg duas vezes por dia. A dose comum para adultos fica entre 300 e 600 mg/dia. Estudos demonstram que não há vantagem em tomar mais do que um total de 900 mg/dia.

Uma abordável sensata é começar com uma dose moderadamente baixa, como 150 mg por dia, e aumentá-la em 150 mg a cada 3 a 7 dias, até começar a notar seus efeitos. Caso ocorram efeitos colaterais, pode não ser possível aumentar a dose, ou pode ser necessário fazer incrementos menores durante um período de tempo mais longo.

Para casos de depressão resistente ao tratamento, TDAH ou distúrbios cognitivos, doses de até 900 mg por dia podem ser necessárias, a não ser que causem efeitos colaterais. Em doses mais altas, de 450 a 900 mg/dia, os pacientes devem ser monitorados devido à maior facilidade de machucados, e deve-se aconselhá-los a evitar anticoagulantes, como produtos que contêm aspirina.

Para um aconselhamento mais específico quanto à dosagem para diferentes problemas, consulte as publicações de Brown e Gerbarg de 2009 e 2017.

Referências:

  1. Brown RP, Gerbarg PL, and Ramazanov Z. 2002. A Phytomedical Review of Rhodiola rosea. Herbalgram, 56:40-62.
  2. Brown RP, Gerbarg PL, and Graham, B. 2004. The Rhodiola Revolution. New York: Rodale Press.
  3. Brown RP, Gerbarg PL., and Muskin PR. 2009. In How to Use Herbs, Nutrients, and Yoga in Mental Health Care. New York: W.W. Norton & Company.
  4. Brown RP and Gerbarg PL. 2012. Non-drug Treatments for ADHD. New Options for Kids, Adults, and Clinician. New York: W.W. Norton & Company.
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  6. Gerbarg PL, Brown RP. 2017. Integrating Rhodiola rosea in Practice: Clinical Cases. Complementary and Integrative Treatments in Psychiatric Practice, edited by Gerbarg PL, Brown RP and Muskin PR. Washington D.C., American Psychiatric Association Publishing, pp 135-142.
  7. Gerbarg PL, Brown RP. 2016. Pause menopause with Rhodiola rosea, a natural selective estrogen receptor modulator. Phytomedicine. 23(9):763-9.
  8. Gerbarg PL and Brown RP. 2016. Chapter 28: Therapeutic Nutrients and Herbs. In Psychiatric Care of the Medical Patient 4th Edition. David D'Addona, Barry Fogel, and Donna Greenberg (Eds.) Oxford University Press, Inc., New York. pp 545-610. ISBN-13: 978-0199731855, ISBN-10: 0199731853.
  9. Panossian A, Gerbarg PL. 2016. Chapter 13. Potential Use of Plant Adaptogens in Age-Related Disorders. In Lavretsky H, Sajatovic M, Reynolds C. Complementary and Integrative Therapies for Mental Health and Aging. New York, Oxford University Press, pp 197-212. USBN: 978-0-19-938086-2.   
  10. Panossian, A, Hovhannisyan, A, Abrahamyan, H, et al. 2009. Pharmacokinetic and pharmacodynamic study of interaction of Rhodiola rosea SHR-5 extract with warfarin and theophylline in rats. Phytother Res Mar 23(3): 351-7.
  11. Shevtsov, VA, Zholus, I, et al. 2003. A randomized trial of two different doses of a SHR-5 Rhodiola rosea extract versus placebo and control of capacity for mental work. Phytomedicine 10(2-3): 95-105.
  12. Spasov, AA, Wikman, GK, et al. 2000. A double-blind placebo-controlled pilot study of the stimulating and adaptogenic effect of Rhodiola rosea SHR-5 extract on the fatigue of students caused by stress during an examination period with a repeated low-dose regimen. Phytomedicine 7:85-89.
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