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14 Maneiras de Reverter a Inflamação

29 Novembro 2017

por Eric Madrid MD 

Neste artigo:

"Inflamação é um TÓPICO QUENTE na Medicina.  Ela parece estar ligada a quase toda doença crônica conhecida" - Dr. Mark Hyman

Os alimentos que ingerimos desempenham um papel integral na prevenção e criação de inflamação no corpo. Eu frequentemente explico aos meus pacientes que a inflamação no corpo aumenta a dor e promove a doença. Consumir uma dieta rica em açúcares causadores de inflamações, gorduras saturadas, e carboidratos simples levará a mais dor e doença, enquanto uma dieta rica em alimentos anti-inflamatórios fará o contrário.  

Os diagnósticos médicos de inflamação terminam em "ite".  Ite é o latim para inflamação.   Exemplos de inflamação aguda no corpo:  

      • Apendicite - inflamação do apêndice
      • Celulite - inflamação da pele (devido a infecções)
      • Colite - inflamação do cólon, pode ser aguda ou crônica
      • Cistite - inflamação da bexiga urinária por bactérias ou sensibilidade a alimentos
      • Gengivite - inflamação das gengivas, pode ser aguda ou crônica
      • Pericardite - inflamação do saco que envolve o coração
      • Mastite - inflamação dos seios 

Além disso, os cientistas agora acreditam que a inflamação desempenha um papel em algumas condições crônicas: 

      • Doença cardiovascular - ataques cardíacos e derrames
      • Doenças autoimunes - lúpus, hipotireoidismo, artrite reumatoide, por exemplo
      • Doença de Alzheimer - inflamação do cérebro é um contribuinte comum
      • Artrite – inflamação de uma articulação ou músculo (fibromialgia)
      • Gastrite - inflamação do estômago, pode levar a úlceras
      • Alergia – também conhecida pelos médicos como rinite alérgica

O que é inflamação?

Inflamação resulta quando há desequilíbrio no corpo - no sentido de que o corpo está internamente "pegando fogo". Durante épocas de estresse, o corpo produz um hormônio esteroide chamado cortisol, em excesso. Quando o cortisol está elevado, o corpo provoca uma inflamação, criando um produto químico chamado prostaglandina E2. Níveis cronicamente elevados de cortisol ativam genes causadores de inflamação, que fabricam proteínas inflamatórias (conhecidas como TNF alfa, NF-KB, IL-1, IL-6, COX-1 e COX-2).  As enzimas COX-1 e COX-2 são reduzidas por medicamentos anti-inflamatórios para dor como ibuprofeno, naproxeno, celecoxibe (Celebrex).

Estresse e Inflamação

Muitos eventos ocorrem em nossas vidas diárias e que estressam nosso corpo. Alguns de nós temos controle, enquanto outros, nem tanto. Muitos de nós falhamos para encontrar tempo adequado para relaxar. O estresse crônico pode sobrecarregar o corpo e criar desequilíbrio, ou doença - também causa danos oxidativos às células, que, por sua vez, resultam em inflamação. A inflamação crônica inicia danos ao cérebro, coração, vasos sanguíneos e ossos que, por fim, iniciam o envelhecimento precoce.

Alimentos que causam inflamação

Há muitos alimentos consumidos comumente que causam inflamação:

      • Gorduras trans - Rótulos de alimentos que dizem "parcialmente hidrogenada". Comuns em produtos assados, cremes não-lácteos. Também é um ingrediente da margarina.
      • Batatas fritas e outros alimentos fritos
      • Fast foods
      • Refrigerantes e outras bebidas com açúcar
      • Produtos assados e massas

Outras causas de inflamação

Alimentos não são a única causa de inflamação. Certas escolhas de estilo de vida também têm efeitos:

      • Tabagismo (fumar e mascar tabaco)
      • Inatividade física
      • Sono ruim ou distúrbios relacionados ao sono, como apneia do sono não tratada
      • Síndrome do intestino poroso
      • Estresse emocional e não perdoar atitudes
      • Estresse físico
      • Toxinas ambientais
      • Obesidade 

Os cientistas agora acreditam que inflamação também é causa principal de ataques cardíacos e derrames. Contrário à crença popular, mais da metade das pessoas que tiveram ataque cardíaco ou derrame tinham pressão sanguínea normal e colesterol normal. Ao mesmo tempo em que eles são fatores de risco importantes, deve haver algo a mais contribuindo - é a inflamação.

Doença cardiovascular, um termo que inclui doença cardíaca e derrames, é responsável por mais de 17 milhões de mortes por ano no mundo todo.  A maioria pode ser prevenida. O Centro de Controle de Doenças (CDC) relata que, nos Estados Unidos, mais de 610.000 mortes ocorrem por ano devido a doenças cardíacas.  O leste europeu e a Ásia Central têm as maiores taxas de doença cardíaca no mundo, de acordo com um estudo no International Journal of Cardiology.  Inflamação é a causa principal em todas estas regiões.

Medição da inflamação

Há vários exames de sangue que podem medir a inflamação:

      • Proteína C-Reativa (PCR) – Produzida pelo fígado, a Proteína C-Reativa torna-se elevada se houver injúria tecidual, inflamação ou infecção.  O nível ideal é < 1 mg/l, o nível normal é 1-3 mg/l, e um nível elevado é > 3 mg/l.

Níveis elevados de PCR aumentam o risco de câncer e doença cardíaca, de acordo com um estudo em 2017 no Journal of the American College of Nutrition.  Em 2008, o estudo Jupiter mostrou que drogas diminuidoras de colesterol com estatina podem reduzir a inflamação.

      • Taxa de Sedimentação de Eritrócitos - Um exame de sangue antigo, mas ainda comum, usado pelos médicos para medir inflamação no corpo.  Este exame calcula a taxa pela qual as hemácias se assentam no fundo de um tubo de ensaio.
      • Ferritina - Um exame solicitado pelos médicos para medir os níveis de ferro no corpo. Em épocas de doenças, o nível de ferritina pode estar elevado.
      • TNF-alfa – Uma proteína fabricada por certos leucócitos em resposta a inflamação no corpo.  O TNF-alfa está elevado em pessoas com artrite reumatoide, psoríase, e doença intestinal inflamatória. Há algumas drogas no mercado, incluindo etanercept (Enbrel) e infliximabe (Remicade), que são direcionadas para esta substância química.
      • Interleucina-6 (IL-6) - Esta enzima é fabricada em resposta à inflamação no corpo. Não é frequentemente medida pelos médicos.

Tratamento convencional

      • AINEs (Drogas Anti-inflamatórias Não-esteroidais) - Podem ser úteis.  Porém, os efeitos colaterais incluem doença renal, ataques cardíacos, derrames e úlceras estomacais.
      • Acetaminofeno (paracetamol, Tylenol) - Quando tomado em grandes quantidades, promove estresse extra sobre o fígado.

Alimentação: O Primeiro Caminho para Reduzir a Inflamação

Escolher o alimento correto a ser consumido é uma das formas mais importantes de prevenir e diminuir inflamação.  Uma dieta rica em frutas, vegetais e feijões é fundamental, mas vários alimentos podem ajudar:

      • Nozes – castanhas-do-pará sem sal, pinhão, amêndoas, castanha de caju, e avelãs.  Nozes são ricas em ácido linoleico, um ácido graxo exclusivo, saudável e anti-inflamatório com ômega-6.
      • Sementes – sementes de abóbora sem sal, chia e girassol.
      • Frutas - frutas frescas orgânicas.
      • Lignanos dietéticos – encontrados em semente de linho, chá verde e morangos
      • Vegetais folhosos verdes, como: acelga, espinafre, couve e outros
      • Produtos à base de soja - tofu orgânico, edamame, missô, tempeh
      • Peixe - consuma peixe selvagem (não criado em fazendas), mas no máximo uma vez por semana devido à possível contaminação por mercúrio (opções de peixes com baixo teor de mercúrio incluem truta, peixe branco, salmão, anchova e muitos outros).
      • Carne vermelha - ingira apenas carne de bovinos criados em pasto e sem hormônios
      • Azeite de oliva – puro e virgem são ricos em ácido oleico, um ácido graxo com ômega-9, cozinhar apenas com azeite de oliva em temperaturas baixas e médias
      • Óleo de coco  – ideal para cozinhar em altas temperaturas e mais saudável do que o óleo de canola. 
      • Óleo de gergelim light – aceitável para cozinhar em altas temperaturas, tem vários benefícios à saúde

Estas mudanças alimentares também podem ajudar a:

      • Reduzir o consumo de laticínios - leite, cremes e queijos
      • Limitar o consumo de açúcares
      • Ingerir menos grãos refinados, como pães, massas e sobremesas
      • Aumentar o consumo de água - use garrafas de água sem BPA e reutilizáveis ao invés de garrafas de água de plástico descartáveis

Suplementos e ervas que reduzem a inflamação

Tomar todos os seguintes suplementos não é necessário para ver mudanças para reduzir a inflamação. Porém, escolher três a cinco deles pode ser considerado - além de mudanças na dieta e estilo de vida.

Curcumina/Cúrcuma Curcumina, o ingrediente ativo da cúrcuma, é também uma potente erva anti-inflamatória, que pode ser consumida como tempero na dieta ou tomada como suplemento. A curcumina pode ajudar a prevenir a oxidação e a inflamação, de acordo com um relatório de 2016 na revista Disease.  A curcumina diminui a IL-6, TNF-a e NKFb. Cuidado ao usar drogas anti-inflamatórias AINEs (ibuprofeno, naproxeno), pois o risco de sangramentos pode aumentar. Dose sugerida: cúrcuma ou curcumina, 500 mg por dia até três vezes ao dia.   

Nigella sativa (óleo de semente de cominho negro) – Uma erva medicinal conhecida por reduzir a inflamação na artrite reumatoide e osteoartrite. Ela faz isso ao inibir substâncias químicas inflamatórias chamadas IL-1, IL-6 e fator nuclear KB.  Dose sugerida: Óleo de semente de cominho negro - 200 mg por dia.

Boswellia – Suplemento herbal ayurvédico que pode ajudar a reduzir a dor e marcadores de inflamação, como PCR na artrite reumatoide, e reduzir a dor na osteoartrite.  As resinas são usadas para fabricar o óleo essencial olíbano. Dose sugerida: Boswellia  -50 mg por dia, no mínimo

Óleo de peixe com ômega-3 (EPA/DHA) – Estudos mostram que ácidos graxos essenciais podem ajudar a melhorar a dor e reduzir o uso de AINEs. Estudos também mostram uma redução da rigidez articular e pressão sanguínea quando óleo de peixe é tomado diariamente. Dose sugerida: Óleo de peixe com ômega-3 - 500 mg - 2.000 mg por dia

Gengibre - O gengibre pode ajudar a reduzir marcadores inflamatórios e dor na osteoartrite. O gengibre contém uma substância química chamada kaempferol, um inibidor natural da COX, significando que trabalha de forma semelhante ao ibuprofeno e naproxeno para reduzir a dor e a inflamação. Adicione à sua comida ou considere tomar um suplemento. Dose sugerida:  Gengibre -   25 mg por dia, no mínimo

Os cinco suplementos acima podem ser tomados separadamente ou em combinação com suplementos nutracêuticos. 

Óleo de krill  - A proteína da inflamação aumenta o risco de doença cardíaca e derrame. Um estudo em 2017 na revista American College of Nutrition demonstrou que o consumo de óleo de krill reduziu os níveis de PCR, ou inflamação, em quase vinte por cento.  Além disso, um estudo em 2016 na revista Archives of Medical Science confirmou os benefícios do óleo de krill para baixar a PCR em uma dose baixa como 500 mg por dia.  Dose sugerida: 500 a 2.000 mg por dia.

Resveratrol – Resveratrol mostrou ter muitas funções, e estudos mostram que pode diminuir os níveis de TNF-alfa e PCR. Resveratrol é um fitonutriente - um composto de ocorrência natural, antioxidante à base de plantas encontrado no vinho tinto, uvas, frutas vermelhas e nozes. O resveratrol pode estar associado a retardar o envelhecimento (saiba mais).  Dose sugerida:  Resveratrol -100-200 mg por dia

Vitamina D – A vitamina D tem muitos benefícios à saúde. Estudos mostraram que pessoas com níveis elevados de vitamina D têm menos inflamações e níveis menores de PCR.  Dose sugerida:  Vitamina D – 1.000-5.000 UI por dia.

Probióticos Estudos mostraram que intestino poroso, ou interrupção na diversidade de bactérias intestinais, aumenta a inflamação sistêmica. O uso de antibióticos ou antiácidos, além de uma dieta ruim, pode afetar negativamente as bactérias intestinais, resultando em aumento da PCR.  Dose sugerida:   Probióticos – 5 a 60 bilhões de unidades por dia

Semente de linho – Semente de linho e alimentos relacionados têm benefícios à saúde relacionados ao coração. Um estudo de 2016 na revista Nutrients mostrou que a semente de linho diminui a PCR em pessoas classificadas como obesas quando comparadas a pessoas não-obesas. Outro estudo em 2016 mostrou que o consumo diário de até seis gramas reduziu significativamente os níveis de PCR no sangue e a inflamação. Dose sugerida: Semente de linho - 1.000-2.000 mg por dia. Também pode ser consumida como item alimentar.

Picnogenol – um potente antioxidante. Um estudo em 2008 mostrou uma redução nos níveis sanguíneos de PCR quando tomado como suplemento. Dose sugerida:   Pignogenol - 50 mg até três vezes ao dia.

Raiz de Kudzu– Esta raiz é nativa da Ásia, e seu nome é derivado do japonês, onde kuzu significa "planta". Estudos mostram que as propriedades anti-inflamatórias desta raiz incluem diminuir a PCR. Dose sugerida:  Raiz de kudzu - 750 mg duas vezes ao dia.

Chá verde – Chá verde é uma das bebidas mais consumidas por adultos no mundo, perdendo apenas para água e café. Estudos mostraram muitos benefícios à saúde do coração e cérebro, além do efeito anti-inflamatório e diminuição da PCR. Consumir como chá ou suplemento de Chá Verde.

Óleos Essenciais – Certos óleos reduzem a inflamação quando aplicados topicamente, incluindo óleo de melaleuca,  camomila, olíbano, óleo de orégano e gengibre.

Você pode combater a inflamação

Inflamação é uma condição séria que aumenta o risco de doenças. Uma dieta não saudável e estilo de vida inativo são motivos significativos para as pessoas desenvolverem inflamação em excesso. Mudanças no estilo de vida e uma dieta saudável podem beneficiar muito a prevenção de várias condições. Pessoas que sofrem de artrite, fibromialgia, alergias crônicas, intestino poroso, gastrite e outras condições inflamatórias crônicas, devem considerar suplementos quando mudanças na dieta e no estilo de vida não forem suficientes.

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