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Abordagens naturais para ajudar a desacelerar o processo de envelhecimento

Por Eric Madrid MD


Neste artigo:


Em 1513, o explorador espanhol Juan Ponde de León e seus conquistadores chegaram ao que hoje conhecemos como a Flórida. A lenda nos conta que buscava com sua equipe a lendária "fonte da juventude". É claro que ele nunca a encontrou, porém, séculos depois, muitos ainda estão procurando por uma solução mágica para o rejuvenescimento. E apesar de ser impossível voltar o relógio, cientistas descobriram mais sobre como desacelerar os efeitos do envelhecimento. 


O envelhecimento é um processo natural pelo qual todo ser vivo passa – desde quando nascemos, nossas células entram no processo de vida e morte. Apesar dessa realidade, a lei da autopreservação motiva muitos de nós a tentar desacelerar o processo. Eu já tive pacientes lidando com os efeitos do envelhecimento que me perguntaram por que é mesmo que nós envelhecemos. Até mesmo entre cientistas, os motivos não são completamente entendidos. 


A esperança é de que, depois de entendermos por que envelhecemos, talvez possamos desacelerar o processo enquanto reduzimos a probabilidade de se desenvolver doenças ligadas à idade, como artrite, doenças cardíacas, perda de memória e até cabelos grisalhos.

As três principais teorias sobre o envelhecimento

A teoria da programação - essa teoria propõe que as células têm um ciclo de vida limitado, e que os hormônios e o sistema imunológico se desgastam com o tempo, resultando no envelhecimento, na deterioração e em infecções.

Teorias de envelhecimento bioquímico / de erros - essa teoria inclui as teorias de radicais livres, de desgaste e de ligações cruzadas, que dizem que estressores do ambiente e do estilo de vida acumulam danos no corpo humano. O resultado é o envelhecimento e o desenvolvimento de doenças crônicas. Nesse caso, reduzir os danos oxidativos e garantir o bem-estar mitocondrial pode ajudar a desacelerar o processo.

Teoria genética do envelhecimento – essa teoria sugere que nossos genes estão pré-programados para morrer. As pontas dos nossos cromossomos contêm "coberturas" de telômero, que se encurtam à medida que as células se dividem – um processo normal à medida que envelhecemos. Desacelerar o encurtamento de telômeros nos genes de promoção do rejuvenescimento é a meta de cientistas que estudam o combate ao envelhecimento. 

Hábitos de estilo de vida que ajudam a estender a longevidade

Apesar de continuarmos a estudar essa área, nós sabemos que a trajetória do envelhecimento pode ser alterada ao fazer certas mudanças de estilo de vida. Estas mudanças na dieta e no estilo de vida podem alterar os genes de preservação da vida, enquanto simultaneamente desligam genes que causam doenças e provocam o envelhecimento,  uma ideia conhecida como epigenética. 


Nossos genes herdados não determinam completamente o nosso destino genético.  Exercícios regulares, em conjunto com uma dieta equilibrada, rica em vitaminas, minerais, vegetais folhosos, nozes, sementes e alimentos fermentados também são importantes para promover a resistência à doença e um ciclo de vida mais longo.  Existem outros comportamentos que também foram demonstrados por ajudar:

Restrição calórica

Estudos demonstram que a redução no consumo de calorias em 30 por cento tem propriedades de ampliação da longevidade. Apesar de ser difícil para muitos, seguir uma dieta de baixo teor de açúcar, que contenha um mínimo de alimentos processados e carboidratos simples, pode facilitar a redução do consumo de calorias. Jejum intermitente pode ser uma boa ideia. Simplesmente mudar de três refeições por dia para duas pode resultar em uma redução de 33 por cento das calorias diárias.  

Evitar o tabaco 

O uso de tabaco é a principal causa de envelhecimento prematuro, doenças cardíacas e morte no mundo todo. O seu uso resulta em mais de 7 milhões de mortes prematuras por ano no mundo. Eu frequentemente digo aos meus pacientes que usar tabaco é como apertar o botão de aceleração da vida.


Os suplementos a seguir também são tomados por muitas pessoas para ajudar a reduzir o processo de envelhecimento, os sintomas de doenças crônicas e a aparência física da velhice.

Colágeno

Músculos, ossos, pele e tendões são compostos principalmente de colágeno, o tipo mais abundante de proteína do corpo humano. O colágeno compreende entre 30 e 35 por cento de todas as proteínas do corpo humano, criando tecido conjuntivo, estabilizando a pele e permitindo o movimento e a flexibilidade das articulações. 


À medida que envelhecemos, nós produzimos menos colágeno. Isso, em conjunto com os estressores da vida, resulta em danos oxidativos, o que, por sua vez, resulta em rugas. Tomar colágeno pode ajudar. Um estudo de 2008 concluiu que o peptídeo de colágeno (proteína) é benéfico como um suplemento alimentar para suprimir os danos causados pelos raios UV-B e o envelhecimento ligado ao sol. Posteriormente, um estudo de 2015, publicado no Journal of Cosmetic Dermatology, relatou resultados similares com a suplementação com colágeno oral. Os pesquisadores concluíram: “a suplementação oral com peptídeos de colágeno é eficaz para melhorar as marcas do envelhecimento da pele”. 

Um estudo de 2014 concluiu que a suplementação com colágeno melhorou a hidratação e a elasticidade da pele. Naquele mesmo ano, outro estudo pediu que os indivíduos tomassem uma combinação de colágeno (3 mg/dia) e astaxantina (2 mg/dia) em comparação com um placebo. As pessoas que tomaram os suplementos apresentaram melhor elasticidade e impermeabilidade da pele. 

Por esses motivos, eu considero o colágeno um suplemento de combate ao envelhecimento. O colágeno está disponível na forma de cápsulas, pó e como um sérum tópico, que pode ser aplicado diretamente na pele.

Coenzima Q10

A coenzima Q10 (CoQ10), também conhecida como ubiquinona, é um antioxidante  natural necessário para todo tipo de vida. A coenzima Q10 é necessária para nossas células gerarem energia, na forma de uma molécula chamada de ATP.  Essa criação de energia é feita em parte pelas mitocôndrias, as usinas celulares das plantas que geram toda a energia do corpo. 


À medida que envelhecemos, os níveis sanguíneos e celulares de CoQ10 se reduzem. Isso ocorre principalmente por causa da redução na produção e na absorção de alimentos através do nosso trato intestinal.  


Redução cognitiva e demência são problemas que estão se tornando mais prevalentes à medida que a população envelhece, causando uma significativa dificuldade tanto para a pessoa afetada quanto para seus cuidadores. Estudos demonstraram que níveis reduzidos de CoQ10 no sangue podem aumentar o risco de se desenvolver demência e mal de Alzheimer.


Um estudo de 2015 demonstrou que a CoQ10 em doses de 100 mg três vezes por dia pode ajudar a desacelerar o declínio cognitivo em pessoas com mal de Parkinson. Outros estudos demonstram que a CoQ10 tem um papel importante para ajudar a melhorar a função cerebral e a memória em pessoas com mal de Alzheimer.  


A coenzima Q10 previne problemas comuns do envelhecimento, como a degeneração macular nos olhos. Esteticamente, rugas faciais podem ser reduzidas por uma aplicação tópica de CoQ10.


Disponível em fórmulas tópicas ou em cápsula. A dose oral sugerida é de 100 a 300 mg por dia.

Ácidos graxos essenciais

Os ácidos graxos ômega-3, também conhecidos como ácidos graxos poli-insaturados ou PUFAs, têm um papel importante na saúde humana. Acredita-se que eles tenham vários benefícios para o coração, o cérebro e as articulações.  O ômega-3 também ajuda a reduzir a inflamação, comumente presente em populações mais velhas. Um estudo de 2014, publicado no Nutrition Journal, demonstrou que a maioria das pessoas não consome ácidos graxos essenciais suficientes na dieta, o que pode levar a problemas de saúde comumente associados ao envelhecimento.  


Um estudo de 2017 demonstrou que os ácidos graxos ômega-3 resultaram em uma melhora significativa na função vascular e na redução da pressão arterial. Um estudo do mesmo ano, publicado na Future Science, demonstrou que o ômega-3 do óleo de peixe pode reduzir a inflamação que leva a doenças cardíacas. Outro estudo de 2017, publicado na revista Atherosclerosis, demonstrou que níveis mais altos de ômega-3 no sangue podem reduzir os números de morte por doenças cardíacas – a maior causa de morte em pessoas no mundo todo – em 30 por cento.  


Os ácidos graxos ômega-3 podem ser encontrados em uma variedade de fontes alimentares, incluindo peixe (cavalinha, bacalhau e salmão estão entre os mais ricos), nozes, sementes de chia, linhaça, sementes de cânhamo, abacate e natto. Além da dieta, esses importantes nutrientes podem ser tomados em fórmulas líquidas ou em cápsulas.  A dose sugerida varia de 1.000 mg a 4.000 mg por dia. 

Resveratrol

De acordo com alguns cientistas, o resveratrol pode ser um composto de preservação da vida. Alguns estudos demonstram que ele tem a capacidade de ajudar a prevenir a catarata ligada à idade, doenças vasculares, deficiências cerebrais como a demência e outras doenças crônicas. O resveratrol também pode ajudar a aumentar a longevidade devido a um efeito nos telômeros, de acordo com um estudo de 2018 publicado na revista Biofactors. 


Fontes  alimentares de resveratrol incluem:

  • Vinho tinto
  • Mirtilos
  • Uvas-do-monte
  • Uvas
  • Nozes e pistache
  • Chocolate amargo

Os cientistas também descobriram alguns comportamentos do estilo de vida que ajudam a evitar que os telômeros, as pontas do nosso DNA, sejam reduzidos. Isso inclui exercícios de rotina (pelo menos 30 minutos de exercício moderado cinco vezes por semana) e redução do consumo de alimentos em 30 por cento, o que pode estender a longevidade.


A suplementação com resveratrol também tem um efeito similar em nosso DNA, de acordo com estudos científicos. O resveratrol ativa os genes SIRT1 e SIRT2, que fazem as proteínas responsáveis por estender a longevidade.


Uma busca na literatura científica mostra mais de 300 estudos sobre o resveratrol e o mal de Alzheimer. O dr. Dale Bredesen da UCLA inclui o resveratrol em seu novo programa de tratamento para o mal de Alzheimer.   


Um estudo de 2018 sobre os efeitos do resveratrol em rins de ratos demonstrou alguns resultados promissores, e mostrou que, quando administrado o suplemento, os efeitos patológicos vistos em um rim em envelhecimento foram reduzidos.   


Analogamente, outro estudo de 2018 demonstrou que o resveratrol desacelera o envelhecimento das conexões entre nervos, músculos e fibras musculares . 


O resveratrol se apresenta principalmente na forma de cápsula. 

Extrato de casca de pinheiro (picnogenol)

Um antioxidante potente, o extrato de casca de pinheiro, ou picnogenol, foi originalmente usado por povos indígenas da América do Norte e da Ásia como uma erva medicinal. Há relatos de que o explorador francês Jacques Cartier, que "reivindicou" o  Canadá para a França, teria utilizado o extrato de casca de pinho em 1535 durante sua expedição, como um tratamento para o escorbuto, uma doença causada por níveis insuficientes de consumo de vitamina C 


Antioxidantes são substâncias que protegem tecidos e órgãos contra os danos dos radicais livres, um mecanismo de oxidação que resulta no envelhecimento. Um estudo publicado na revista Ophthalmic Research demonstrou que a potência antioxidante do picnogenol foi mais poderosa do que a da vitamina C, da vitamina E, do ácido alfa-lipoico e da coenzima Q10.


Foi demonstrado que o picnogenol ajuda a prevenir a catarata, otimizar a saúde do coração, reduzir a pressão arterial, melhorar a memória e reduzir a dor ligada à artrite. Todos esses problemas se tornam mais comuns à medida que envelhecemos. 


Outro benefício do extrato de casca de pinheiro é que ele parece ajudar a proteger a pele. Seu forte poder antioxidante pode ajudar a proteger a pele contra os danos da luz ultravioleta do sol, e pode até ser aplicado de forma tópica no rosto. Suas propriedades antioxidantes também ajudam a proteger o colágeno e o tecido elástico de danos oxidativos, que é a principal causa do envelhecimento da pele.  


O extrato de casca de pinheiro está disponível tanto em fórmulas tópicas quanto em cápsulas.

Cúrcuma

A cúrcuma, também conhecida como curcuma longa ou açafrão-da-terra, é um tubérculo da família do gengibre, geralmente consumida por suas propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e de auxílio à saúde digestiva. Acredita-se que a curcumina,  a molécula primária encontrada na cúrcuma, fornece muitos dos seus benefícios para a saúde. Apesar de muitas pessoas terem usado a cúrcuma como um tempero para melhorar o sabor de seus alimentos nos últimos 4.000 anos, ela também tem tido um papel importante na medicina e no combate ao envelhecimento. 


A cúrcuma pode ajudar a prevenir a oxidação, que muitos acreditam ser a causa do processo de envelhecimento, de acordo com um relato de 2016 publicado na revista Diseases. Um estudo de 2017, publicado na revista Neural Regeneration 

Research, demonstrou que a cúrcuma ajuda a proteger as conexões nervosas no cérebro de inflamações e danos oxidativos, dois processos comuns do envelhecimento. 


A perda de memória também é um problema comum que enfrentamos ao envelhecer. A cúrcuma pode ser benéfica. Um estudo científico demonstrou que a cúrcuma pode ter um papel na redução do acúmulo de placas amiloides no cérebro. Acredita-se que essas placas são a causa do mal de Alzheimer. Um estudo de 2017, 

publicado no Journal of Alzheimer’s Disease, concluiu que a cúrcuma também pode ter um papel importante na prevenção da perda de memória. Pessoas que querem manter o cérebro mais jovem devem considerar adicionar a cúrcuma ao seu regime de suplementos. 


A cúrcuma está disponível em cápsulas, pó, chá e como um tempero alimentar. 

Vitamina C

A vitamina C também é conhecida como ácido ascórbico ou ascorbato. Ela tem sido uma das vitaminas mais pesquisadas dos últimos 50 anos. Mais de 53.000 estudos foram conduzidos sobre a vitamina C desde 1968. As pesquisas mostraram que a vitamina C ajuda a promover um sistema imunológico mais forte, assim como promove a saúde cardiovascular, do cérebro e de combate ao envelhecimento da pele. 

Sintomas da deficiência de vitamina C

  • Ferimentos
  • Fadiga e depressão
  • Sangramento nas gengivas
  • Dor nas articulações, nos ossos e nos músculos

O consumo de vitamina C pode ajudar a prevenir a catarata, uma doença em pessoas com mais de 60 anos.


A vitamina C tem um papel significativo na produção de colágeno. O colágeno também é importante para manter os dentes firmemente presos às gengivas. Como o tabagismo reduz os níveis de vitamina C, a perda dental é comum dentre fumantes. 

Maximizando os benefícios antioxidantes da vitamina C

Consumir uma dieta rica em vitamina C ajuda a otimizar seus benefícios antioxidantes. Consumir uma dieta rica em vitamina também tem muitos benefícios para a pele e o combate ao envelhecimento. De acordo com um estudo de 2018,  no qual a vitamina C foi tomada como um suplemento em conjunto com um suplemento da proteína colágeno,  os resultados mostraram uma melhora significativa na saúde da pele depois de apenas 12 semanas.  


Além disso, a aplicação da vitamina C tópica diretamente ao rosto e a outras partes do corpo é benéfica na proteção da pele contra danos solares, de acordo com estudos. A vitamina C está disponível como um suplemento oral, um pó ou fórmulas tópicas para a pele.

Óleos essenciais de combate ao envelhecimento

Certos óleos essenciais também são frequentemente usados, pois acredita-se que possuem propriedades de combate ao envelhecimento, antirrugas e de embelezamento da pele. Alguns dos óleos mais usados incluem olíbano, jojoba, lavanda, semente de romã e rosa-mosqueta. Eles são aplicados de forma tópica. Porém, deve-se aplicar primeiro à área fora do rosto para garantir que não haverá uma irritação no local. 


Referências:

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