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Auxílio Natural Durante a Quimioterapia

27 Abril 2017

Para muitas pessoas só pensar na quimioterapia trás as assustadoras imagens de debilitantes náuseas, vômito, diarréia e fraqueza. No entanto, novos medicamentos têm tornado a maioria dos regimes de quimioterapia muito melhores tolerados do que no passado. Entretanto, a quimioterapia pode produzir uma vasta gama de efeitos colaterais indesejados. Quais efeitos colaterais irão ocorrer tem muito a ver com o tipo da quimioterapia, a dosagem e o tempo dos tratamentos, a saúde do paciente em geral e o histórico de quimioterapia anterior.

Um dos problemas com a quimioterapia é que ela é ativa contra todas as células divisoras, seja ela cancerígena ou não. Isso significa que as células que revestem o intestino, na medula óssea e nos folículos capilares, todos quais estão constantemente se dividindo, também serão danificados pela quimioterapia. Por sorte, existem produtos naturais que podem ser usados para proteger contra os efeitos danosos da quimioterapia enquanto aumenta simultaneamente a efetividade da quimioterapia. As medidas naturais que eu estou recomendando valem certamente a pena ser incorporadas ao seu plano de tratamento contra o câncer e podem significar a diferença entre a vida e a morte.

Juntamente a algumas diretrizes alimentares básicas, existem cinco suplementos chave que podem ser usados para auxiliar qualquer forma de quimioterapia ou radiação.

Além disto, é importante consumir a coenzima Q10 se estiver tomando doxurubicina (Adriamicina) ou qualquer outro agente de quimioterapia que sabidamente causam danos ao coração. Quais são as diretrizes alimentares gerais a seguir? Por causa do problema com náuseas e vômitos ocasionalmente causado pelo próprio câncer, bem como muitos agentes da quimioterapia e/ou terapias de radiação, muitos pacientes de câncer desenvolvem anorexia - a perda de apetite ou desejo de comer. Esta situação não é nada boa porque pode levar a uma doença conhecida como câncer “caquexia” - uma síndrome de perda caracterizada por uma notável perda contínua de peso, gordura e músculos. É estimado que praticamente 40 por cento dos pacientes de câncer morrem de malnutrição ao invés da doença em si. A importância de uma nutrição de alta qualidade na batalha contra o câncer não pode ser ignorada.

Os pacientes de câncer que têm um estado nutricional maior são mais capazes de tolerar a terapia do câncer e seus efeitos colaterais. Uma pessoa em quimioterapia com um estado nutricional pobre pode sofrer perda de peso progressiva, fraqueza e diminuição da resistência contra infecções que podem, por vezes, terminar de maneira fatal.

As seguintes sugestões alimentícias podem ajudar a melhorar o estado nutricional em pacientes de câncer:

  1. Coma refeições pequenas e frequentes (a cada 1 a 2 horas).
  2. Beba uma vitamina rica em proteínas contendo de 20 a 30 gramas de proteína whey duas vezes ao dia.
  3. Obtenha uma máquina de sucos e beba de 500 a 700 ml de suco de fruta ou vegetal fresco diariamente.
  4. Use temperos, condimentos e aromatizantes adicionais, mas evite aromatizantes demasiadamente doces ou amargos. Uma sensibilidade maior ao sabor dos alimentos pode fazer com que eles fiquem sem gosto ou sem graça.
  5. Coma alimentos macios ou úmidos, evitando alimentos secos e duros.
  6. Dê pequenas mordidas e mastigue completamente.
  7. Beba ao menos 1,5 L de água ao dia além dos 500 a 700 ml de suco fresco de frutas ou vegetais.

O que você quer dizer com consumo regular de bebidas “verdes”?

Bebidas verdes é o termo que estamos usando para descrever o chá verde e diversos outros produtos comercialmente disponíveis contendo fontes de erva de cevada, erva de trigo ou alga desidratados como chlorella ou spirulina que são então “reidratados”, com a adição de água. O produto que eu recomendo, Enriching Greens®, é repleto de fitoquímicos, especialmente úteis na luta contra o câncer. Bebidas verdes não devem ser usadas em pacientes que façam uso de coumadin (Warfarin) - um medicamento que bloqueia a coagulação sanguínea ao interferir na ação da vitamina K. Já que bebidas verdes podem ser uma boa fonte de vitamina K, é importante que pessoas que façam uso de coumadin evitem estas bebidas.

Os antioxidantes devem ser evitados durante os tratamentos da quimioterapia?

Uma das recomendações mais controversas para auxiliar a quimioterapia (bem como o tratamento com radiação) é a recomendação do uso de nutrientes antioxidantes durante a fase ativa do tratamento. Enquanto há pouca preocupação sobre o uso de nutrientes antioxidantes após o término de um procedimento de quimioterapia ou tratamento de radiação, a preocupação que muitos oncologistas têm é que os ingredientes antioxidantes possam interferir na efetividade das terapias convencionais. O medo é válido?

De acordo com muitos especialistas, a resposta é não.1,2 O Dr. Kedar Prasad e os seus colegas no Centro de Pesquisa de Vitaminas e Câncer no Departamento de Radiologia do Centro de Ciência da Saúde da Universidade do Colorado, em Denver, está entre os mais reconhecidos especialistas na área. O Dr. Prasad afirmou que as preocupações sobre o uso de altas doses de antioxidantes durante a quimioterapia e a radiação “não são válidas.” O Dr. Prasad acha que “com base no resultado de nossos e outros estudos, nós propusemos uma hipótese que a suplementação com altas doses de diversas vitaminas antioxidantes, juntamente a uma modificação de dieta e alterações no estilo de vida, pode melhorar a eficácia das terapias de câncer padrão e experimentais, reduzindo sua toxicidade nas células normais e aumentando seus efeitos inibidores de crescimento nas células cancerígenas.”

A conclusão é que além de incontáveis estudos com animais, a maioria dos estudos com humanos demonstraram que os pacientes tratados com antioxidantes durante a quimioterapia e/ou radiação toleraram melhor o tratamento padrão, tiveram uma melhor qualidade de vida e, mais importante, viveram mais do que os pacientes que não receberam os suplementos. Por exemplo, a conclusão em um estudo em pacientes com câncer pulmonar de células pequenas usando uma quimioterapia combinada de ciclofosfamida, Adriamicina (doxorubicina) e vincristina com radiação e uma combinação de antioxidantes, vitaminas, elementos traço e ácidos graxos foi que o auxílio nutricional prolongou significativamente o tempo de sobrevivência dos pacientes.3

Mas, meu oncologista me falou que evidências científicas mostram que antioxidantes interferem na quimioterapia, o que eu devo fazer?

Quando oncologistas citam “evidências científicas” de que os antioxidantes interferem com a quimioterapia e a radiação, eles tendem a ignorar o fato de que a maioria destes tipos de estudos mostram efeitos benéficos predominantes. As evidências científicas que os oncologistas frequentemente se referem consistem principalmente em estudos animais, onde eles alimentam os animais (geralmente via injeção nos intestinos) com doses de um antioxidante que excede de longe a quantidade normalmente recomendada ou testes in vitro (tubo de testes) que usaram concentrações de antioxidantes não alcançáveis em sistemas vivos.

Por exemplo, quando a vitamina E é dada a um rato em doses que não são provavelmente alcançadas com suplementação normal em humanos (ex.: doses maiores do que 35.000 UI) ela pode reduzir a efetividade da terapia por radiação.4 No entanto, com base em estudos animais, a vitamina E em doses normalmente utilizadas não interfere na terapia por radiação ou quimioterapia e na verdade parece melhorar o sucesso destes tratamentos.5,6 O mesmo pode ser dito do CoQ10 e muitos outros antioxidantes. A única real exceção é a N-acetilcisteína (NAC) - um derivado do aminoácido de ocorrência natural cisteína. Não foi demonstrado que a NAC afeta de maneira significativa os resultados do tratamento e carrega consigo alguns riscos de inibição de agentes da quimioterapia (ex.: cisplatina). 7,8 

Então, eu não recomendo que seja usado durante um tratamento ativo com qualquer agente de quimioterapia. Após o término da quimioterapia, o NAC pode ser benéfico para reverter quaisquer danos renais ou nervosos. Na medida do possível, acho que é extremamente importante desenvolver um relacionamento com um oncologista ou centro de tratamento contra o câncer em que você tenha confiança e possa se comunicar. Esta tarefa pode parecer um pouco difícil, mas pode ser feita. Eu o incentivo a discutir todo o uso de suplementos com o seu médico. Se o seu médico não conhecer a literatura científica que apoia o uso de antioxidantes durante os tratamentos de quimioterapia e radiação, então eu o indicaria revisar o artigo escrito pelo Dr. Kedar Prasad e seus colegas “Altas Doses de Vitaminas Antioxidantes: Ingredientes Essenciais na Melhoria da Eficácia da Terapia Convencional do Câncer,” publicado no jornal do Colégio Americano de Nutrição (veja a referência nº 1). Tenhamos esperança, de que quando o seu oncologista ficar mais familiarizado com os fatos ele irá apoiar o seu uso das recomendações que eu estou fazendo aqui.

Por que é tão importante tomar um multivitamínico e minerais de alta potência se estiver em quimioterapia?

Como o sistema imunológico necessita de uma fonte constante de praticamente todos os nutrientes, então faz sentido que uma fórmula multivitamínica e minerais de alta potência seja o primeiro passo para apoiar o sistema imunológico com suplementação nutricional em pacientes em quimioterapia. Deficiências de praticamente qualquer nutriente podem resultar em uma função imunológica significativamente debilitada, especialmente deficiências de vitamina C, e, A, B6, B12 e ácido fólico.

Os minerais que são especialmente importantes são o zinco e o selênio. As fórmulas multivitamínicas e minerais que eu recomendo, os produtos MultiStart™ da Natural Factors, são projetados para atender as diferentes necessidades nutricionais de diferentes idades e gêneros. Estas fórmulas contém não somente níveis específicos de vitaminas e minerais para idade e gênero, mas também fatores digestivos apropriados e extratos herbáceos com base no gênero e na idade.

O que é Maitake D ou M, D-fração?

O cogumelo maintake (Grifola frondosa) é a fonte de componentes de reforço imunológico que tem demonstrado oferecer significantes benefícios à saúde. No início dos anos 80, o Dr. Hiroaki° Nanba, do Japão, estava pesquisando as propriedades de reforço imunológico dos cogumelos quando chegou à conclusão que extratos de maitake demonstraram atividade elevada antitumor em testes animais do que outros extratos de cogumelos. Um dos benefícios chave para o maitake é a habilidade de ser bem eficiente quando ministrado por via oral. Em contraste, os outros cogumelos que o Dr. Nanba estudou como o shitake eram eficientes somente quando injetados na corrente sanguínea.

Em 1984, o Dr. Nanba identificou uma fração do maitake que possuía uma habilidade significante para estimular as células brancas conhecidas como macrófagos (tradução literal “grandes comedores”). Estas células brancas especializadas fagocitam, ou tragam, partículas diferentes incluindo células cancerígenas, bactérias e resíduos celulares. O Dr. Nanba nomeou sua descoberta de maitake D-fração. Mais purificações da D- fração produziu a M,D-fração (Patente E.U.A. #5.854.404), que é ainda mais bioativa do que a D-fração.

As frações de beta-glucano de maitake parecem ajudar a reduzir os efeitos colaterais da quimioterapia convencional (e radiação) enquanto ao mesmo tempo melhora sua efetividade. Em 1994, um grupo da China publicou descobertas de um estudo piloto em 63 pacientes de câncer relatando uma taxa efetiva total contra tumores sólidos maior do que 95% e a taxa efetiva contra a leucemia maior do que 90 por cento.9 Em um estudo preliminar conduzido pelo Dr. Nanba, 165 pacientes com câncer avançado receberam extrato de maitake. 10

Nos pacientes que também estavam em quimioterapia, 90 por cento dos pacientes obteve uma redução nos efeitos colaterais comuns da quimioterapia incluindo queda de cabelo, contagem de glóbulos brancos reduzida, náuseas, vômito e perda de apetite. Foi mostrado que o maitake reduz efetivamente os níveis de dor em 83% dos pacientes. Os resultados foram melhores em cânceres de mama, pulmão e fígado. O Dr. Nanba relatou melhorias significantes nos sintomas ou regressão de tumores em 73,3 por cento dos pacientes com câncer de mama, 66,6 por cento em câncer de pulmão e 46,6 por cento em câncer de fígado.

A dose de extrato de maitake é baseada no nível da D- ou M,D-fração. A faixa de dosagem terapêutica é baseada no peso corporal, 0,5 mg a 1,0 mg para cada 1 kg (2,2 libras) de peso corporal por dia. Isso traduz a uma dose de aproximadamente 35 a 70 mg da D- ou M,D-fração. A recomendação de dosagem para prevenção é tipicamente 5 a 15 mg da D- ou M,D-fração. Para melhores resultados tome 20 minutos antes das refeições ou de estômago vazio.

O que são enzimas proteolíticas?

Enzimas proteolíticas (ou proteases) se refere a diversas enzimas que digerem (quebram em pequenas unidades) proteínas. Estas enzimas incluem as proteases pancreáticas chimotripsina e tripsina, bromelaína (enzima do abacaxi), papaína (enzima do mamão), proteases fúngicas e Serratia peptidase (a enzima do “bicho-da-seda”). Enzimas proteolíticas têm um longo histórico de uso no tratamento do câncer. A pesquisa clínica que existe atualmente sobre enzimas proteolíticas sugere benefícios significativos no tratamento de diversas formas do câncer. Estudos clínicos demonstraram melhorias na condição geral dos pacientes, qualidade de vida e melhorias pequenas a significantes na expectativa de vida. 11

Os estudos consistiram em pacientes com câncer de mama, pulmão, estômago, cabeça e pescoço, ovários, colo do útero, cólon, linfomas e mieloma múltiplo. Estes estudos envolveram o uso de enzimas proteolíticas juntamente à terapia convencional (cirurgia, quimioterapia e/ou radiação) indicando que as enzimas proteolíticas podem ser usadas juntamente a estas terapias convencionais. Devidos às enzimas proteolíticas de procedência animal e vegetariana terem efeitos ligeiramente diferentes, eu recomendo o uso de Zymactive™ – um complexo de enzimas proteolíticas de alta potência que possui uma ampla gama de poderosas enzimas proteolíticas. Eu recomendo começar com um nível de dosagem mais baixo de um comprimido 15 minutos antes das refeições três vezes ao dia e aumentá-la gradualmente com incrementos semanais até a dose completa de três comprimidos três vezes ao dia. Nota: consumir uma quantidade demasiada de qualquer enzima proteolítica pode levar a distúrbios gastrointestinais e/ou diarréia.

O que é a curcumina e como ela ajuda o paciente de câncer?

A curcumina é o pigmento amarelo do açafrão-da-terra (Curcuma longa) - o ingrediente principal no curry. Ela demonstrou atividade significante em vários estudos clínicos e experimentais envolvendo inflamação e propriedades anticâncer. Ele exerce um conjunto complexo de ações benéficas para a prevenção e o tratamento do câncer. Os efeitos anticancerígenos do açafrão-da-terra e da curcumina foram demonstrados em todas as etapas de formação do câncer: iniciação, promoção e progressão. 12 Os efeitos de proteção da curcumina são explicados apenas parcialmente por seu efeito antioxidante direto. Outros efeitos anticancerígenos incluem a habilidade de: inibir a formação de nitrosaminas causadoras de câncer, melhora os níveis corporais de componentes anticancerígenos tais como a glutationa, promove a desintoxicação adequada de componentes causadores do câncer pelo fígado e previne a sobre expressão da enzima ciclo-oxigenase 2 (COX-2).

Esta enzima produz derivados pró-inflamatórios e promotoras de câncer de ácidos graxos essenciais (prostaglandina das 2 séries). A curcumina demostrou significantes resultados antitumorais em uma quantidade de modelos experimentais de cânceres de próstata, mama, pele, cólon, estômago e fígado. Acredita-se que seus efeitos são o resultado de diversos mecanismos:

  • Inibindo as angiogêneses. O crescimento dos tumores depende do desenvolvimento de novos vasos sanguíneos para alimentá-lo.
  • Inibindo os locais de receptores de fator de crescimento epidérmico (EGF). Cerca de dois terços de todos os cânceres produzem de maneira excessiva receptores EGF, assim aumentando a sensibilidade das células cancerígenas a esta substância que estimula a proliferação celular.
  • Inibindo o fator de crescimento fibroblasto. (BGF). Este fator de crescimento promove a angiogênese - a formação de novos vasos sanguíneos para alimentar o tumor em crescimento.
  • Inibindo o fator nuclear kappa beta (FN-kb). Muitos cânceres produzem demais este fator de crescimento para escapar da contenção da proliferação celular.
  • Aumentando a apoptose (suicídio celular) das células cancerígenas.
  • Inibindo as enzimas dentro das células tumorais que promovem o crescimento.

A dosagem recomendada para a curcumina é de 200 a 400 mg trê vezes ao dia.

Por que você recomenda a coenzima Q10 para as pessoas que tomam dexorrubicina?

A dexorrubicina é especialmente nociva ao coração e pode causar danos sérios (cardiomiopatia). De fato, o dano ao coração é frequentemente arriscado para a vida. Uma quantidade de estudos demonstraram que a CoQ10 pode prevenir a toxicidade cardíaca associada à doxorrubicina sem reduzir o efeito antitumoral.13,14 Para melhores resultados, eu recomendo usar o Clear Q™, da Natural Factors. Para melhorar a absorção e utilização de CoQ10, alguns fabricantes olharam para os componentes sintéticos para melhorar a solubilidade da CoQ10. Ao invés de seguir este método, a Natural Factors escolheu usar a natureza. Usando um processo de patente pendente denominado Lipcom® (curto para a compressão de lipídios), eles dissolveram a CoQ10 na mais pura forma da vitamina E natural (Vitamina E Clear Base™ , pura, 100% natural acetato tocoferilo d-alfa). O resultado é que a CoQ10 é biologicamente melhorada devido à absorção, utilização e à função aumentada.

Em um estudo preliminar, os níveis sanguíneos de CoQ10 seis horas após tomar o Clear Q produziu uma melhora que foi 235 por cento maior do que o aumento alcançado com o CoQ10 padrão. Igualmente impressionante é o fato de que os níveis sanguíneos de CoQ10 após seis horas de consumir uma dosagem de Clear Q™, podem alcançar mais de 2,5 mcg/ml - considerado o nível sanguíneo necessário para alcançar resultados consistentes com a CoQ10. Ao fornecer a CoQ10 dissolvida na vitamina E, a absorção não somente é melhorada, mas também a probabilidade de que a CoQ10 permaneça em sua forma ativa. A CoQ10 está presente no sangue tanto na forma oxidada (inativa) quanto reduzida (ativa).

Durante tempos de estresse oxidativo aumentado ou baixos níveis de vitamina E, mais CoQ10 será convertido para sua forma oxidada (inativa). Assim, ao fornecer grandes níveis de vitamina E pura, a atividade e função biológica da CoQ10 é melhorada. Além disto, a CoQ10 também melhora a atividade da vitamina E. Para pessoas que tomem doxorrubicina, eu recomendo tomar duas cápsulas de ClearQ ao dia. Como a CoQ10, a vitamina E previne os efeitos negativos da doxorrubicina sem diminuir seus efeitos terapêuticos. 6,15

Você tem qualquer recomendação de um suplementos especial para câncer de mama e próstata?

Sim, existem dois outros suplementos que eu recomendo a estes pacientes: indole-3-carbinol (I3C) em uma dosagem de 300 a 400 mg ao dia e cálcio D-glucarato em uma dosagem de 400 a 1.200 mg ao dia. IC3 é um dos principais componentes anticancerígenos da família dos vegetais como a couve. IC3 é especialmente protetor contra câncer de mama, próstata e cervical graças a uma quantidade de ações incluindo uma habilidade de aumentar a quebra do estrogênio. Estudos preliminares também demonstraram que tomar IC3 como um suplemento alimentar aumentou significativamente a conversão do estrogênio de formas produtoras de câncer para produtos quebrados não-tóxicos. 16,17

O cálcio D-glucarato também é importante pois ele inibe uma enzima no intestino que interfere na eliminação do excesso de estrogênio.18 Uma das principais maneiras na qual o corpo se desfaz do estrogênio é através do ácido glucorônico para o estrogênio no fígado e depois excretando na bile. A glucuronidase é uma enzima bacteriana que desliga (quebra) o vínculo entre o estrogênio excretado e o ácido glucurônico. Ao inibir esta enzima, o cálcio D-glucarato promove a excreção do estrogênio. Outra recomendação importante no câncer de mama ou próstata é consumir semente de linhaça moída.

A semente de linhaça contém um grupo importante de anticancerígenos conhecidos como linhanos. A linhaça é fácil de moer com um moedor de café, processador de alimentos ou liquidificador. Eu recomendo uma ou duas colheres de sopa diariamente, adicionadas a alimentos como cereais quentes, saladas ou vitaminas. Enquanto é melhor saber que o linhano de linhaça pode prevenir e até reduzir o câncer de mama, os linhanos de linhaça também conectam os receptores hormonais masculinos e promovem a eliminação da testosterona. Em um estudo com homens com câncer de próstata, uma dieta com baixo teor de gordura (≤ 20% das calorias totais) suplementada com 30 gramas de linhaça moída (duas colheres de sopa) reduziu a testosterona sérica em 15 por cento, reduziu a taxa de crescimento das células cancerígenas e aumentou a taxa de morte das células cancerígenas após somente 34 dias, de acordo com um estudo conduzido no Centro Médico da Universidade Duke e no Centro Médico Durham Veterans Affairs. 19

 Referências:

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  2. Lamson DW, Brignall MS. Antioxidants in cancer therapy; their actions and interactions with oncologic therapies. Altern Med Rev 1999;4(5):304-29.
  3. Jaakkola K, Lahteenmaki P, Laakso J, et al.Treatment with antioxidant and other nutrients in combination with chemotherapy and irradiation in patients with small-cell lung cancer. Anticancer Res 1992;12:599-606.
  4. Sakamoto K, Sakka M. Reduced effect of irradiation on normal and malignant cells irradiated in vivo in mice pretreated with vitamin E. Br J Radiology 1973;46:538-540.
  5. Kagreud A, Peterson HI.Tocopherol in irradiation of experimental neoplasms. Acta Radiol Oncol 1981;20:97-100.
  6. Perez Ripoll EA, Rama BN,Webber MM. Vitamin E enhances the chemotherapeutic effects of adriamycin on human prostatic carcinoma cells in vitro. J Urol 1986;136:529-531.
  7. Olson RD, Stroo WE, Boerth RC. Influence of N-acetylcysteine on the antitumor activity of doxorubicin. Semin Oncol
    1983;10:S29-S34.
  8. Roller A,Weller M. Antioxidants specifically inhibit cisplatin cytotoxicity of human malignant glioma cells. Anticancer Res 1998;18:4493-4497.
  9. Nanba H. Maitake D-fraction: healing and preventive potential for cancer. J Orthomol Med 1997;12:43-49.
  10. Nanba H. Results of non-controlled clinical study for various cancer patients using maitake D-fraction. Explore 1995;6:19-21.
  11. Leipner J and Saller R: Systemic enzyme therapy in oncology: effect and mode of action. Drugs. 2000;59:769-80.
  12. Li JK, Lin-Shia SY. Mechanisms of cancer chemoprevention by curcumin. Proc Natl Sci Counc Repub China 2001;25(2):59-66.
  13. Dorai T, Cao YC, Dorai B, Buttyan R, Katz AE.Therapeutic potential of curcumin in human prostate cancer. III. Curcumin inhibits proliferation, induces apoptosis, and inhibits angiogenesis of LNCaP prostate cancer cells in vivo. Prostate 2001;47(4):293-303.
  14. Shaeffer J, El-Mahdi AM, Nichols RK. Coenzyme Q10 and adriamycin toxicity in mice. Res Commun Chem Pathol Pharmacol 1980;29;309-315.
  15. Iarussi D, Auricchio U, Agretto A, et al. Protective effect of coenzyme Q10 on anthracyclines cardiotoxicity: control study in children with acute lymphoblastic leukemia and non-hodgkin lymphoma. Molec Aspects Med 1994;15:S207-S212.
  16. Sonneveld P. Effect of alpha-tocopherol on the cardiotoxicity of adriamycin in the rat. Cancer Treat Rep 1978;62:1033-1036.
  17. Wong GY, Bradlow L, Sepkovic D, et al. Dose-ranging study of indole-3-carbinol for breast cancer prevention. Cell Biochem Supply 1997;28-29:111-6.
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